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sábado, 10 de dezembro de 2011



O computador manipula dados ou conhecimentos?

            O conhecimento sempre esteve em pauta na história da filosofia que se debruçou prioritariamente na busca de sentido para os vários questionamentos humanos. O desafio para muitos filósofos é a busca de fundamentos para tudo o que o ser humano conhece. Uns acreditam que o sensível ou o inteligível ou os dois são a origem do conhecimento. A grande definição deste termo é elaborada por Platão na Grécia clássica, segundo ele o conhecimento provém de uma crença verdadeira e justificada.  Já para Aristóteles este conceito pode ser subdividido em três áreas diversas: científica, prática e técnica.
Porém, além dos conceitos dados por Platão e Aristóteles existe uma diversidade muito grande de tipos de conhecimentos produzidos pela humanidade: sensorial, intelectual, popular, cientifico, filosófico, teológico, intuitivo.







sábado, 3 de dezembro de 2011

É possível ensinar a virtude cívica?



É possível ensinar a virtude cívica? 

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É possível preparar alguém para o exercício da cidadania através da educação?



Na Grécia antiga houve embates muitos fortes entre aqueles que se consideravam filósofos e os que foram chamados de sofistas. Porém, tanto estes quanto aqueles tinham uma preocupação filosófica: o uso da razão para um determinado fim. No caso dos sofistas a preocupação era o treino e o estudo das habilidades da fala, da argumentação (mundo da doxa). Já os “filósofos propriamente ditos” buscavam o conhecimento verdadeiro (a episteme, como os gregos a conheciam).
Diante do exposto acima, resta-nos a seguinte questão: é possível ensinar a virtude cívica? Antes de responder a esta pergunta cabe primeiramente saber o que significa virtude. Para Platão e Aristóteles esta era entendida como algo muito importante para a sociedade. Para eles a virtude era algo objetivo que todos os cidadãos deveriam saber para bem agir. Mas, é preciso enfatizar: a virtude é algo inato ou construída socialmente? Platão procurou a essência de cada virtude que julgava importante, já Aristóteles buscava a definição de tais virtudes (justiça, coragem, prudência, temperança, etc.). Independente da abordagem feita por cada um deles, o importante é que sabendo a essência ou a definição, a ação virtuosa ocorria necessariamente. Isto significa que a virtude poderia ser ensinada. Pois, se alguém não sabe o que é a virtude pode compreendê-la através da razão.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Economia, desigualdade social, injustiça e imposição da mídia



 Economia, desigualdade social, injustiça e
imposição da mídia para o consumo.

Adam Smith é considerado uma grande referencia para os estudos de economia. Foi ele, por exemplo, quem defendeu o liberalismo econômico, fenômeno caracterizado pela liberdade de mercado e neutralidade do Estado ante os assuntos e decisões econômicas. A economia consiste na regulamentação de praticas que tem como principal característica fazer circular o que é produzido pela sociedade, isto é, pelos cidadãos. Porém, o homem quando opta por viver em sociedade, faz a opção também de se sujeitar as leis que regem um grupo. É o estado o responsável por lutar e defender os interesses daquela sociedade. Sabendo disso, é evidente que o Estado intervenha na economia para proteger o “seu grupo” os “seus cidadãos”. Portanto, acredito que Adam Smith, apesar de ter dado uma enorme contribuição para reflexões acerca da economia pode ter se equivocado ao defender o liberalismo econômico, visto que toda atividade econômica deve ter ligação com o Estado e mesmo que não seja totalmente controlado pelo menos aceite algumas intervenções. O liberalismo é extremamente individualista e pode favorecer um individuo em particular sacrificando os interesses comuns. A ressalva a ser considerada é que o Estado não pode ser intervencionista ao extremo e a ponto de comprometer o bem comum, como o fato que foi verificado na época da cafeicultura aqui no Brasil quando o Estado para beneficiar os donos de terras comprava café e estoca e depois queimava, visando valorização externa do produto. Enquanto isso, uma grande parte da população passava fome. 


            Diante disso, pode-se dizer que tanto o liberalismo quanto o intervencionismo ao extremo são prejudiciais à economia “comunitária” e acabam gerando mau funcionamento e distorções até chegar às desigualdades sociais. Estas existem desde as civilizações antigas. Porém, com o advento do capitalismo e com a globalização, ao mesmo tempo em que favoreceu as trocas comercias contribuíram para a concentração de riquezas. As injustiças sociais vêm acompanhadas de uma ideologia dominante, que rege a sociedade e manipula as vontades individuas e coletivas em favor de um pequeno grupo. 



Segundo Karl Marx toda sociedade é feita de contradições e conflitos. Porém, a mudança só virá quando0 a classe menos favorecida conscientizar-se de seu jugo e unir-se para lutar contra sua situação de subjugado. Em suas idéias Marx defendeu um materialismo histórico e dentro deste destacou o papel da economia. Segundo ele a estrutura econômica era a base para toda organização social (ou superestrutura). A melhor compreensão para esse materialismo histórico seria entender como funciona a alienação do trabalho. Neste, o homem trona-se um ser estranho ao seu próprio esforço e ao produto dele resultado.
            Weber por sua vez tecia uma forte critica a Marx por acreditar que este foi extremamente reducionista e unilaterista ao reduzir toda a vida social e seus acontecimentos ao âmbito econômico. Portanto, Weber busca descentralizar a relevância econômica para diversos setores sociais que estão além da economia como religião, arte, entre outros.

            Para finalizar vale ressaltar que dentro de todos os aspectos abordados até aqui verifica-se uma busca desenfreada por concentração de riquezas e bens. A sociedade capitalista e globalizada cria o mito da inclusão de todos dentro de uma aldeia global na qual a única regra é consumir. Eric From, filósofo ligado à escola de Frankfurt, escreveu uma obra intitulada “O ser o e ter” na qual defende que a sociedade passa por um esvaziamento de sentido, isto é, as pessoas estão perdendo o sentido de ser e de existir e passam a adotar o comportamento consumista, segundo o qual o que vale é o ter e não ser. Aliás, o ter passa a determinar o ser, ou seja, você é aquilo que consome.

Uma das grandes forças deste movimento de manipulação e de controle é a mídia que consegue impor fortes ideologias, na maioria das vezes consumistas. O reflexo de tais acontecimentos é uma sociedade esvaziada de sentido.   





sábado, 26 de novembro de 2011

O PALHAÇO



O filme baseia-se no itinerário de um circo denominado ESPERANÇA. Porém, o foco está nos conflitos de um palhaço que encanta a platéia mas por trás do personagem que encena nos palcos vive um grande conflito: onde encontrar a felicidade?

           Desde os primórdios, o homem sempre se questionou acerca da felicidade. Onde estará a felicidade? Alguns filósofos da Grécia antiga vão afirmar que a felicidade está em desfrutar o presente. Outros dirão que a felicidade está numa vida vivida segundo as virtudes.

O grande problema é que o palhaço não consegue mais encontrar o sentido para aquilo que faz. Ele diz: “eu faço muitas pessoas rirem, mas quem vai me fazer rir?”. O personagem sairá em busca de respostas. Para isso ele abandona o circo e toda sua tropa em busca de respostas. Primeiro ele acredita que sua felicidade estaria em encontrar a mulher amada e parte numa busca desenfreada da garota que ele conheceu em um dos espetáculos do circo. Além disso, ele começa a busca por um emprego, que por certo traria certa tranqüilidade. As decepções começam quando ele descobre que a mulher que ele tanto devota está prometida em casamento e o trabalho gerava monotonia para o seu dia-a-dia. 

quarta-feira, 16 de novembro de 2011




Diferença entre mito e filosofia

Autor: José Vandinei da Silva


A mitologia em qualquer sociedade exerce um fascínio e pode ser vista como a primeira forma de explicação da realidade daquele povo ou comunidade. Diante de tantos eventos fantásticos que mexiam com o imaginário destes povos, recorria-se principalmente às explicações a partir da própria imaginação e das crenças religiosas da época.
A Grécia como qualquer outra civilização passou por esta mesma etapa, porem alguns fatos históricos marcaram uma cisão e os gregos começaram a enxergar novas maneiras de explicar a realidade. Um evento que antes se atribuía a um deus agora passa a ser explicado de forma diferente.  A utilização da razão passa a ser essencial para as investigações. Porém, isso não ocorreu de forma abrupta, mas de maneira lenta e gradual, graças às diversas modificações vivenciadas na Grécia. O comércio e as navegações proporcionaram contato com povos diferentes, a difusão da escrita para a população, a política e a democracia ateniense que valorizou a participação do cidadão. Todas essas modificações implicaram uma nova maneira de enxergar e interpretar a realidade.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

O PERCURSO HISTÓRICO DA RAZÃO


O PERCURSO HISTÓRICO DA RAZÃO E SUAS FUNÇÕES NA VIDA SOCIAL EM JURGEN HABERMAS
Autor: José Vandinei da Silva


Jurgen Habermas* foi um grande critico da escola de Frankfurt e construiu um legado muito rico acerca da racionalidade.  Diante da concepção de razão defendida por muitos autores clássicos ele desponta como uma nova visão e interpretação da filosofia.
            Ele defende que o conhecimento não provém unicamente do produto da relação sujeito e objeto ou de uma razão fechada em si mesma como defendeu muitos filósofos anteriores. O conhecimento é fruto de uma inter-relação entre sujeitos “capazes de falar e de agir” (HABERMAS, O discurso filosófico da modernidade, p.276).
            A teoria da racionalidade situa-se na modernidade e é nesta que se expressará de forma comunicativa na visão de Habermas. Esta teoria será um caminho alternativo perante a grande dificuldade trazida pela crise cultural na qual esta modernidade está mergulhada. 


            Na visão habermasiana a razão passou por um longo processo histórico no qual ela tornou-se um mero joguete, que seria utilizada para fins determinados segundo as pretensões técnico-instrumentais. Ou seja, a razão passou a ser tida como instrumental com relação a fins. Esta razão instrumental serviria, principalmente na sociedade moderna, para alcançar fins como o domínio da sociedade seja no campo das ciências da ação, seja no campo simbólico cultural. O resgate da razão seria a única saída deste mundo-da-vida pleno de alienações e dominações, provocadas pelo mau uso da razão. “Faz-se urgente o trabalho de ‘descolonização do mundo-da-vida’ e esta descolonização só será possível por meio do resgate da ‘razão comunicativa’ ”. (MENEZES, Habermas: com Frankfurt e além de Frankfurt, p. 85).
            O que se pode verificar como característica intrínseca à modernidade é que houve uma má utilização da razão, isto é, a razão tecnocrática e científica criou um processo ilusório que se utilizava da epistemologia para orientar-se. Porém, em vez de libertária tornou-se alienante na medida em que ocasionava perda do valor da vida mediante a cristalização de uma razão autoritária e arbitrária. 

            Para Habermas a razão ganhará um papel muito significativo porque se mostra como uma alternativa nova e pertinente perante as explicações míticas e fictícias. Porém, a pretensão da razão de tornar-se libertária para homem sob o jugo do mundo ilusório transforma-se em seu oposto, isto é, ela provocará a coisificação da vida humana. Em outras palavras poder-se-ia dizer que a razão transformou-se em uma ferramenta instrumental aliada à técnica e à ciência aprisionada em um mundo instrumental.
Porém, a razão tem um papel extremamente importante na libertação do homem. O tipo de razão a que Habermas se refere é a razão comunicativa. Na história da humanidade a razão recebeu papeis diferentes criando mundos e sociedades também diferentes. De acordo com o uso da razão, por exemplo, pôde-se referir ao mundo da ciência, da moral ou da arte. Urge na sociedade moderna uma razão comunicativa que é caracterizada pela comunicabilidade dos sujeitos tendo a linguagem como mediadora. A reflexão filosófica não pode desconsiderar as diferentes manifestações da razão. A  veracidade é pautada no discurso e na comunicabilidade e não na auto afirmação ou purismo da razão.    
Só a razão reduzida à capacidade subjetiva de entendimento e de actividade teleológica corresponde à imagem de uma razão exclusiva que, quanto mais aspira triunfalmente às alturas se desenraiza até finalmente cair, vítima da força da sua oculta origem heterogênea. (HABERMAS, O discurso filosófico da modernidade, p.284)

            Habermas evidencia o papel da diversidade, caso contrário, a razão estará fadada ao fracasso. O consenso estabelecido aqui favorece a formação de uma rede de interações sociais que elaboram possíveis soluções para diversas questões pertinentes no mundo da vida.

Essa racionalidade comunicativa exprime-se na força unificadora da fala orientada ao entendimento mútuo, discurso que assegura aos falantes envolvidos um mundo da vida intersubjetivamente partilhado e, ao mesmo tempo, o horizonte no interior do qual todos podem se referir a um único e mesmo mundo objetivo.(HABERMAS, Verdade e Justificação, p.107)
            Na citação acima habermans valoriza a comunicação como essencial na criação de sentido para o mundo da vida. Desta forma, não é possível aceitar uma razão excludente e autoritária. O saber é democrático. É justamente por isso que a razão comunicativa torna-se o emblema mais claro do pensamento deste filósofo e serve de alternativa ante a razão iluminista e instrumental que encobre todo tipo de dominação. Segundo o autor, duas esferas coexistem na sociedade: o sistema e o mundo da vida. O sistema refere-se à 'reprodução material', regida pela lógica instrumental (adequação de meios a fins), incorporada nas relações hierárquicas (poder político) e de intercâmbio (economia). No dialogo comunicativo, não é o sujeito isolado que lançará alternativas eficazes aos problemas atuais, mas, ao contrario será o conjunto dos seres ou sujeitos não-excludentes que formam uma comunidade comunicativa que elaborará possíveis respostas às questões pertinentes ao mundo atual.

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[*]Jurgen Habermas nasceu em 1929, em Dusseldorf. Estudou Filosofia, História, Psicologia, Economia e Literatura alemã nas universidades de Gottingen, Zurique e Bonn. Doutorou-se em 1954 com uma tese sobre “O Absoluto na História – um Estudo sobre a Filosofia das Idades do Mundo, de Schelling”. Em 1961, conquistou a livre-docência pela Universidade de Marburgo. Entre 1961 e 1964 foi professor de Sociologia e Filosofia da Universidade de Frankfurt. Em 1971 exerceu as funções de Professor Visitante da Universidade de Princeton.O nome dele está intimamente associado ao da escola de Frankfurt. Com a morte de Adorno, Horkheimer e Marcuse – Habermas torna-se o ultimo representante da Teoria Critica da Sociedade.


REFERENCIAS:

FREITAS, Alex Martins de. Racionalidade comunicativa na filosofia de Jürgen Habermas. 2008. Disponível no site: http://pensamentoextemporaneo.wordpress.com/2009/06/27/racionalidade-comunicativa-na-filosofia-de-jurgen-habermas/. Acesso em: 06 – out. 2011.
HABERMAS, Jürgen. O discurso filosófico da modernidade. Trad. Ana Maria Bernardo et al. Lisboa: Dom Quixote, 1990.
HABERMAS, Jürgen. Verdade e Justificação: ensaios filosóficos. Trad. Milton Camargo Mota. São Paulo: Loyola, 2004.
MENEZES, Anderson de Alencar. Habermas com Frankfurt e além de Frankfurt; Instituto Salesiano de Filosofia. – Recife: Faculdade Salesiana do Nordeste, 2006.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

OS SIMPSONS E A FILOSOFIA - Comentario

Hoje estou postando para vocês um pequeno texto do Professor João Luís de Almeida Machado que faz um esclarecedor comentário acerca do livro Os SIMPSONS E A FILOSOFIA. Na próxima semana estarei disponibilizando aqui no Blog uma parte do primeiro capitulo do Livro.
Boa Leitura!
João Luís de Almeida Machado Doutor em Educação pela PUC-SP; Mestre em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (SP); Professor Universitário e Pesquisador; Autor do livro "Na Sala de Aula com a Sétima Arte – Aprendendo com o Cinema" (Editora Intersubjetiva).
Os Simpsons e a Filosofia
Aristóteles, Nietzsche e Kant visitam Springfield

Os intelectuais costumam torcer o nariz para a televisão e suas principais representações. Alegam que a produção cultural televisiva de qualidade se restringe a canais abertos como os canais educativos estatais (com destaque todo especial para a TV Cultura), a determinados programas dos outros canais (como minisséries baseadas em clássicos da literatura, alguns talk-shows ou noticiários) e aos canais da televisão paga onde há uma grande profusão de documentários (Discovery Channel, National Geographic Channel, BBC, Animal Planet,...).

Seriados norte-americanos e novelas brasileiras ganham vulto e destaque na mídia especializada no gênero, mas dificilmente conseguem vencer a dura resistência do mundo acadêmico. É verdade que as barreiras tem sido derrubadas aos poucos, como um autêntico ‘Muro de Berlim’ quebrado pedaço a pedaço. Análises da influência cultural de determinados programas brasileiros e estrangeiros têm surgido no mercado editorial e, para nossa grata surpresa, assinados por especialistas ou intelectuais provenientes de algumas das melhores universidades nacionais e internacionais.

É esse o caso de “Os Simpsons e a Filosofia”, uma coletânea de artigos escritos por respeitados profissionais dedicados a nobres áreas do conhecimento das ciências humanas, especialmente a filosofia. E como tudo isso começou?
Com conversas em encontros casuais, durante as conhecidas “happy hours”, em que depois de dias exaustivos de trabalho nas faculdades e escolas onde lecionavam ou nas empresas em que cumpriam seus expedientes, esses professores e estudiosos conversavam um pouco sobre vários temas, entre os quais, séries de televisão.
Desenho-da-familia-Simpsons

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Nietzsche Parte III

Parte III - Continuação...



Nietzsche não se dedicou apenas à reflexão das melhores reações aos problemas, mas também refletiu sobre quais seriam as mais desastrosas. E concluiu que uma das piores era afogar as mágoas. Era contra qualquer forma de consolação e conforto, pois isto amenizaria o efeito positivo da superação. Por conta disso, tinha horror a bebidas alcoólicas. Ele diz: "Os espíritos mais elevados devem se abster da bebida. A água basta". [O termo “espírito” nada tem a ver com a espiritualidade religiosa; por “espíritos mais elevados” compreendem-se pessoas intelectuais.] Criticava também as religiões, em especial o cristianismo; afirmava que ir à igreja era o mesmo que ir ao bar. 

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Nietzsche Parte II

Part II - continuação...


Como diz a famosa frase de Nietzsche: “Aquilo que não causa minha morte, torna-me mais forte”. Esta citação resume bem a visão de Nietzsche sobre o sofrimento. Mas, não basta sofrer, pois, se assim fosse, todos seríamos felizes; todos passam por dificuldades na vida e nem por isso são felizes, ou deixam de passar por grandes dificuldades. A questão é como encaramos o sofrimento, as dificuldades, os fracassos. 

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Nietzsche Parte I

Nietzsche e o sofrimento


Sofrimento, o que é o sofrimento? O que significa sofrer? Para muitos, nos dias de hoje, o sofrimento é uma coisa ruim, que deveria ser banida de nossas vidas; algo que é proporcionado apenas a alguns poucos fracos. Muitos filósofos tentaram reduzir nosso sofrimento, oferecendo conselhos de como amenizar

sexta-feira, 8 de julho de 2011

ARACAJU

por Juliane - Jornalista



Capital do estado de Sergipe, localiza-se no litoral. A cidade conta com 570.039 habitantes.Somando-se as populações dos municípios que formam a Grande Aracaju, Nossa Senhora do Socorro, Barra dos Coqueiros, Laranjeiras e São Cristóvão, o número passa para 800 mil habitantes. A cidade é apontada como a capital com a melhor qualidade de vida do País, segundo o Ministério da Saúde!!!